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terça-feira, 26 de agosto de 2014

2014.2 na Associação Fotoativa


A Associação Fotoativa que em agosto desse ano completou seu aniversário de 30 anos com uma linda festa de abertura das comemorações inicia essa semana as oficinas e laboratórios do 2º semestre.



Com início marcado para hoje (26.ago.2014) a oficina Primitivo da Fotografia: objeto teórico, projeto crítico, projeto histórico com Ionaldo Rodrigues pretende abordar uma seleção de imagens e questões desenvolvidas na criação e aperfeiçoamento de processos fotográficos pela geração de pioneiros do século XIX.
inscrições e + informações



Por sua vez a oficina De Olhos Vendados: iniciação a fotografia com Miguel Chikaoka e Valério Silveira iniciará na próxima segunda (01.set.2014) visando propiciar aos participantes um mergulho na essência do fazer fotográfico a partir dos sentidos da luz.
inscrições e + informações




Paralelamente em setembro iniciará o 1º Lab.Círio - Laboratório de Criação em Narrativas Visuais que conta com a mediação de Allan Maués, Cinthya Marques e Rodrigo José e a participação especial de Patrick Pardini, Miguel Santa Brígida, Octávio Cardoso e João de Jesus de Paes Loureiro nessespaço de troca de experiências entre artistas, pesquisadores e profissionais consagrados, a partir do discurso fotográfico.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Associação de Artistas do Pará


Informações: Cledyr Pinheiro 81812523​ 
http://migre.me/jhe8z

Janduari Simões fará palestra no Museu da UFPA



Fotógrafo é o artista convidado do 5º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

            O público terá a oportunidade de participar na terça-feira (27) de um bate-papo com Janduari Simões, no Museu da UFPA, lugar que abriga a exposição individual “Cidade Invisível”, que apresenta série inédita de restos da Fábrica Palmeira, em 1975, e a grafia de fachadas populares e apartamentos no centro da cidade. Janduari é o artista convidado da 5ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. O evento acontece às 19h e tem entrada franca.
            Ele nasceu em 1949, em Itabuna, no interior da Bahia, e chegou a Belém em 1975, querendo viver a vida. Naquela época tinha uma câmera Pentax SP a tiracolo, era fotógrafo autodidata e aprendia muito do que sabe hoje devorando livros e revistas de fotografia. Entre as muitas indas e vindas de sua trajetória, se fixou na cidade, trabalhou para o Museu Paraense Emílio Goeldi e viajou muito pela Amazônia, pelas capitais e pelos interiores.
            Seu trabalho autoral se desenvolve na área de pesquisa da cultura popular brasileira, as músicas, danças e atividades presentes nos múltiplos desdobramentos de nossa cultura. Ele constituiu um grande acervo de imagens sobre cultura e o homem da Amazônia, de onde se destacam as produzidas no estado do Pará, que chamaram a atenção de Mariano Klautau Filho, curador do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, e resultou em um convite para ter uma mostra individual nesta edição.
            O encontro, nas palavras do fotógrafo “será um relato de experiência, falando sobre o começo de trajetória em Belém, ilustrado com fotos e paginas das publicações nas quais foi veiculado meu trabalho jornalístico, sem muita teoria acadêmica”. 
            A exposição reúne 50 fotografias. Em uma parte um recorte pontual de sua sensibilidade sobre o espaço urbano e as mutações que ocorrem na arquitetura, com um olhar atento para a estrutura formal das moradias, e as semelhanças que anulam o limite entre centro e periferia; do outro lado, um trabalho muito significativo e tocante: o registro da destruição da quadra que abrigava a Fábrica Palmeira, no final dos anos 70. A destruição marca também o nascimento de uma das maiores cicatrizes urbanas que Belém já produziu e que hoje tem o nome de "Buraco da Palmeira".
            Segundo Mariano, “as pessoas preferem ver os desenhos, rótulos, marcas dos antigos catálogos da Palmeira como se fossem bibelôs românticos e com isso poderem suspirar exercitando seu gozo nostálgico, mas não querem enxergar que houve um massacre de uma quadra inteira e que isso está relacionado hoje com o poder das construtoras e incorporadoras que continuam destruindo a cidade diante de gestões e institutos de patrimônio subservientes. As fotografias de Janduari vão muito além disso, e recolocam nesse contexto a invisibilidade de uma cidade, uma cidade que a gente não quer ver ou não consegue mais ver”.
            Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é um projeto nacional que incentiva a cultura, a arte e a linguagem fotográfica em toda a sua diversidade.


SERVIÇO: 
Janduari Simões fará palestra no Museu da UFPA. Data: 27 de maio de 2014. Horário: 19h. Local: Museu da UFPA (Av. Governador José Malcher (esquina com Generalíssimo Deodoro). O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio do Shopping Pátio Belém e Vale, apoio institucional da Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, Sol Informática e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA). Informações: Rua Aristides Lobo, 1055 (entre Tv. Benjamin Constant e Tv. Rui Barbosa) - Reduto. Contatos: (91) 3355-0002; 83672468; premiodiario@gmail.com e http://www.diariocontemporaneo.com.br.


Fonte: Debb Cabral / Assessora de Comunicação / Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

sexta-feira, 16 de maio de 2014

FotoAtiva abre inscrições para os últimos cursos do semestre - fotografia, graffiti e viagem

Dando continuidade ao programa de cursos em fotografia, promovido pelo Núcleo de Formação e Experimentação, a Associação Fotoativa abre inscrições para Photograff, com Jeyson Martins, destinado a quem quer experimentar o encontro entre fotografia e graffiti, e Fotografia de Viagem, com Rafael Araújo, para quem deseja exercitar o olhar viajante entre técnica e prática. Os cursos começam no início de junho, e as vagas são limitadas.
Photograff, nas palavras de Jeyson Martins, propõe "repensar a fotografia a partir da estética da desordem estabelecida na atualidade pela arte urbana e pelo graffiti", tendo na fotografia "uma possibilidade de eternizar o instante preciso e delimitado", e no graffiti "a escrita perversa, registro fundamentalmente político e efêmero". Para ele, juntas, as duas linguagens podem estabelecer "um diálogo entre o efêmero e o eterno, entre luz e tinta”, tendo como eixo norteador da prática, seu caráter experimental onde a cidade se apresenta como um espaço livre para o fazer artístico. No curso, os dispositivos fotográficos são criados pelos participantes a partir do reaproveitamento de latas de spray descartadas por grafiteiros. Sua estrutura vertical possibilita a formação de imagens em formato alongado, o que remete ao processo de verticalização que as cidades vêm sofrendo. A cidade e todo seu caos imagético passam pelo pequeno buraco de agulha da câmera artesanal e um outro paradigma de visão urbana é proposto; a cidade é agora vista como uma grande galeria de possíveis imagens a céu aberto.

Já o curso de Fotografia de Viagem, com Rafael Araújo, tem por objetivo apresentar os conceitos fotográficos no contexto de viagem, desde seus preparativos iniciais, fornecendo informações necessárias à otimização de equipamento, dicas e recursos do fluxo de imagem na fotografia de campo, à reflexão sobre a relação existente entre o "fotógrafo", "o outro" e "o lugar" a fim de despertar o senso crítico acerca do lugar visitado, seus habitantes e o papel do fotógrafo viajante nesse contexto. Na prática, a ideia é que cada participante construa uma narrativa própria durante sua “viagem fotográfica” e atente para as possibilidades de difusão e compartilhamento do material produzido. Nesta edição, a intenção é viajar até o município de Curuçá, no Estado do Pará, onde os fotógrafos-viajantes serão recebido por moradores locais que devem apresentar as atividades comuns de sua cultura cotidiana.

Os dois cursos encerram o programa de formação da Fotoativa do primeiro semestre deste ano. O convite está aberto a públicos diversos, sendo este um dos maiores interesses de ambos os ministrantes, pois enriquece as propostas trazidas, além transformar o resultado inicialmente pensado. Para maiores informações sobre as oficinas, acesse o site fotoativa.org.br
A Fotoativa, instituição cultural que vem continuamente transformando o cenário da cidade, já está desenhando seu calendário de cursos para o segundo semestre e começa a se preparar para a celebração de seu 30º aniversário em agosto deste ano.
Photograff com Jeyson Martins
Período: 07 de junho a 05 de julho (terça, quinta e sábado)
Local: Fórum Landi
Carga Horária: 20h
Horários: terças e quintas das 19h às 22h / sábados das 9h às 12h
Público alvo: jovens e adultos (não requer conhecimento prévio em graffiti e/ou fotografia)
Investimento: R$ 200,00
Taxa de material: R$ 170,00
Fotografia de Viagem com Rafael Araújo
Período: de 11 a 24 junho (segunda à sexta)
Local: Fórum Landi
Carga Horária: 60h
Horário: das 19h às 22h
Público alvo: fotógrafos iniciantes
Investimento: R$550,00
Saídas fotográficas: 15 de junho - viagem a Curuçá por 1 dia (R$ 448); 20, 21 e 22 de junho (feriado), viagem a Curuçá por 3 dias (R$ 680,00)


*Com informações do Núcleo de Comunicação e Difusão da Associação Fotoativa

sábado, 3 de maio de 2014

Diário Contemporâneo abre inscrições para oficina “Olhar de Brinquedo”

O programa de atividades do projeto educativo em espaços culturais vem sendo realizado durante as exposições do 5º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, desde o dia 22 de abril e seguirá assim até dia 22 de junho de 2014. Dentro desse programa, intitulado “Olhos de Assombro” é proposta a oficina “Olhar de Brinquedo” que tem como público-alvo professores e educadores de diferentes disciplinas que atuem na educação básica e entendam a imagem como meio de produção de conhecimentos. As inscrições são feitas até o dia 06 de maio através da ficha de inscrição disponível no site www.diariocontemporaneo.com.br. O candidato interessado deverá informar qual turma deseja participar: Turma 1: 08 de maio, das 08 às 12h | Turma 2: 08 de maio, das 14 às 18h | Turma 3: 09 de maio, das 08h às 12h. A ação acontecerá no Museu da UFPA e as inscrições são gratuitas. Vagas limitadas.
A metodologia se desenvolverá a partir de um encontro com a apresentação do material educativo e artístico da 5ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia a fim de gerar conteúdo e/ou material a ser desdobrado em sala de aula que seja equilibrado ao que se propõem pelo projeto.
O workshop de Ana Mokarzel também teve como público-alvo professores e educadores. Foto: Irene Almeida
Dessa maneira. “Olhos de Assombro” surge com a intenção de olhar cada participante como experiência, afeto, caminho, sujeito. Para isso, foi planejado um percurso que se cruza ao da própria experiência fotográfica que precisa de diferentes tempos, como o de observação, envolvimento, click, expectativa, resultado, desdobramentos e de reinício infinito desse ciclo. Assim como o cruzamento com a fotografia enquanto objeto teórico, pois o Prêmio não está apenas preocupado em executar uma ação educativa sobre obras fotográficas, mas preocupado, inclusive, com as possíveis inferências provindas das experiências com o público e com as obras de forma única ou coadunadas entre as diferentes partes.
Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é um projeto nacional que incentiva a cultura, a arte e a linguagem fotográfica em toda a sua diversidade.
FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI
SERVIÇO: Diário Contemporâneo abre inscrições para oficina “Olhar de Brinquedo”. Turma 1: 08 de maio, das 08 às 12h | Turma 2: 08 de maio, das 14 às 18h | Turma 3: 09 de maio, das 08h às 12h. Local: Museu da UFPA (Av. Governador José Malcher (esquina com Generalíssimo Deodoro). Inscrições gratuitas pelo site http://www.diariocontemporaneo.com.br. Vagas limitadas. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio do Shopping Pátio Belém e Vale, apoio institucional da Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, Sol Informática e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA).Informações: Rua Aristides Lobo, 1055 (entre Tv. Benjamin Constant e Tv. Rui Barbosa) – Reduto. Contatos: (91) 3355-0002; 8367-2468; premiodiario@gmail.com e http://www.diariocontemporaneo.com.br.

Fonte: Debb Cabral <https://www.facebook.com/pages/Pr%C3%AAmio-Di%C3%A1rio-Contempor%C3%A2neo-de-Fotografia/544457578898096?fref=ts>

quinta-feira, 1 de maio de 2014


O CCBEU oferece o curso "Iniciação à aquarela botânica" com 
Silvia Cordeiro que visa mostrar e demonstrar o uso e a manipulação da aquarela, diferentes usos e sua linguagem. O uso artístico e científico, assim como experimentação com outras técnicas.
Tem como objetivo proporcionar ao aluno o conhecimento básico da aquarela, seu histórico e os diferentes modos de uso. As inscrições estão abertas pelo investimento de R$180,00 no CCBEU.

Com informações de Erinaldo Cirino

terça-feira, 15 de abril de 2014

Pinhole ao cubo - processos, potências e possibilidades direciona o Pinhole Day Belém 2014

Um... Dois.. Três... Quanto tempo cabe em um segundo? Quantas imagens podem passar por uma caixa de fósforo? Quais processos comportam a construção de uma fotografia artesanal? Quais potências abrangem? Inúmeras possibilidades se desenham entorno da fotografia pinholePinhole ao cubo - processos, potências e possibilidades dá os contornos ao próximo Pinhole Day Belém que, a partir do dia 15 de abril, oferece uma série de oficinas e encerra com uma grande Jornada fotográfica no dia 27 de abril. Em uma co-realização com o Instituto de Artes do Pará, o evento conta ainda com o apoio do Fórum Landi que também vai sediar parte da programação. Confira atividades, horários, locais e instrutores ao final.




Em 2001, com o propósito de celebrar mundialmente a arte da fotografia pinhole, é criado Worldwide Pinhole Photography Day (WWPD), em uma movida internacional. Em sintonia com a iniciativa, no ano seguinte, a Associação Fotoativa lança o projeto Pinhole Day Belém, a fim de difundir junto ao público da região o conhecimento e a prática dessa modalidade de fotografia artesanal que não requer o uso de aparelhos tradicionais e lentes, apenas uma caixa escura e um furinho de alfinete. Uma boa proposição para tempos tecnológicos.

Sobre a relação do projeto entorno da fotografia artesanal com as pessoas e a cidade de Belém como um todo, Cinthya Marques, umas das organizadoras do evento desde 2012, comenta que o “Pinhole Day Belém é um evento que reúne fotógrafos profissionais, amadores, artistas e pessoas interessadas em fotografia” e que “fomenta a prática da fotografia pinhole de forma democrática, comunitária e participativa, em que todos se encontram em constante processo de aprendizagem.” De acordo com a fotógrafa, o evento colocou Belém no circuito internacional do dia mundial da fotografia pinhole e hoje faz parte do calendário da cidade.

Este ano, o projeto Pinhole Day Belém dá início às comemorações dos 30 anos da Associação Fotoativa, uma entidade de utilidade pública municipal e estadual desde 2005, que ao longo de sua história vem atuando e transformando continuamente o cenário cultural da cidade. Utiliza a fotografia para além de sua realização técnica, estendendo-a às possibilidades que por ela transitam no processo de formação humana, no enriquecimento da educação e na potencialidade agregadora de pessoas e motivações.

Carregado do espírito agregador das treze ininterruptas edições, a Jornada Pinhole Day Belém reúne cerca 50 fotoativistas que atuam como oficineiros, produtores culturais, arteducadores e artistas, além de ter 20 voluntários, a quem é oferecido formação nas áreas da educação, produção cultural e linguagem fotográfica. O projeto é realizado de forma colaborativa, com a formação de novos agentes culturais e a difusão da fotografia paraense. Para garantir os materiais e a logística necessária, as 06 oficinas de iniciação à fotografia custam entre R$20 a R$50 reais, com todo o material incluso - filmes, revelação, papéis fotográficos e demais materiais necessários.


Oficinas

Mini pinhole com Moisés Araújo. 15 e 16 de abril - 9h às 12h. R$30 / IAP
Iniciação à fotografia pinhole com mini-câmeras construídas em processo artesanal.

Pinhole gigante com Miguel Chikaoka. 15 de abril - 19h às 22h e 22, 23, 24 e 26 de abril – tempo integral. R$40 / IAP - locação externa
Montagem de uma câmera pinhole gigante em um lugar ampliado com laboratório estruturado dentro da própria câmera.

Pinlux com Joyce Nabiça. 16, 17 e 25 de abril – 09h às 12h. R$50 / Fórum Landi
Construção de câmera artesanal com caixas de fósforos e filmes 35mm.

Pinhole formato livre com Miguel Chikaoka. 22, 23 e 24 de abril – 19h às 22h. R$40 / IAP
Construção de câmeras pinhole aproveitando criativamente embalagens e materiais de escolha dos participantes.

Pinhole digital com Miguel Chikaoka. 25 de abril – 19h às 22h. R$30 / IAP
Integração da fotografia pinhole à fotografia digital.

Câmera obscura formato livre com Allan Maués e Débora Flor. 24 e 25 de abril – 09h às 12h. R$20 / IAP
Interação com o fenômeno físico da luz, origem do mundo das imagens.

13ª Jornada Pinhole Day Belém. 27 de abril - 08h às 18h. R$10 / IAP e Fórum Landi
Fotógrafo ou não, qualquer interessado pode se integrar ao grande grupo e produzir suas imagens com câmeras artesanais.

As inscrições podem ser feitas diretamente na sede temporária da Associação Fotoativa (Rua Frutuoso Guimarães, 615 – Campina) ou através do site http://fotoativa.org.br.
Maiores informações:
Horário de funcionamento
Segunda à sexta 14h às 20h
Sábado 09h às 13h

Com informações do Núcleo de Comunicação e Difusão da Associação Fotoativa.
      

sábado, 11 de janeiro de 2014

Fotoativa abre 2014 com três oficinas.

De olhos vendados.
iniciação à fotografia - com Miguel Chikaoka
“ porque a escuridão é necessária para completar a experiência da luz ...”

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

SENDAS: pontos e fugas da linguagem
Mário Faustino | Robert Stock




Lançamento da Plaquete A Meretriz Imaginária
Com poemas de Robert Stock traduzidos por Mário Faustino

Exposição: a Puta de Cristal - de Ney Ferraz Paiva
Palestra com o Prof. Denis Bezerra
Dia 27 de Novembro, às 19h, no IAP Instituto de Artes do Pará

Exposição: a Puta de Cristal - de Ney Ferraz Paiva
Palestra com o Prof. Adrin Figueiredo
Dia 01 de Dezembro, às 19h, na Casa da Linguagem - Fundação Curro Velho
 

Café Fotográfico: bate-papo entre Guy Veloso e Thyago Nogueira marca o lançamento da revista Zum em Belém


Café Fotográfico: bate-papo entre Guy Veloso e Thyago Nogueira marca o lançamento da revista Zum em Belém

Encontro será realizado no dia 1º de dezembro, às 19h, no auditório do CCBEU, para apresentar o novo número da revista após conversa entre o fotógrafo paraense e o editor da publicação.



Belém, 27 de novembro de 2012 - O terceiro número da ZUM, revista de fotografia contemporânea do Instituto Moreira Salles, chega às livrarias de todo o Brasil e terá lançamento em Belém no dia 1º de dezembro, às 19h, no auditório do Museu de Artes do Centro Cultural Brasil Estados Unidos (MABEU).

O momento marcará o último Café Fotográfico promovido pela Associação Fotoativa em 2012, que trará o diálogo entre o editor da revista, Thyago Nogueira, e o fotógrafo Guy Veloso, autor do ensaio “A fé na encruzilhada” na nova publicação.Há dez anos, Guy Veloso percorre o país para identificar e documentar os grupos de penitentes que mantêm viva essa tradição secular. O trabalho culminou na composição de um arquivo com cerca de 10 mil slides, do qual a ZUM pinçou as tiras de filmes que aparecem em sua mais recente edição.

Acompanhadas de uma análise feita por José de Souza Martins, fotógrafo e professor de sociologia da Universidade de São Paulo, as fotos registram o movimento de fé e misticismo que se repetem no Brasil durante a Semana Santa e o Dia de Finados. Esses grupos laicos fazem rituais em cemitérios, encruzilhadas, e às vezes praticam autoflagelação, que só termina quando suas roupas estão totalmente tingidas de sangue.

Mais sobre a ZUM #3:

A revista semestral do IMS publica também o ensaio Transposição, obra mais recente do fotógrafo Caio Reisewitz, que é resultado de viagens feitas em 2012 pelo sertão brasileiro. Ao invés da exuberância do trópico que se vê em seus trabalhos anteriores, as fotos da nova série mostram uma terra ressequida, estéril, poucas vezes atravessada pela água.

ZUM#3 traz ainda imagens raras do último trabalho de Geraldo de Barros (1923-1998), um dos maiores artistas brasileiros. Antes de morrer, o fotógrafo investiu com tesoura e fita adesiva sobre imagens de família esquecidas em caixas de sapatos e desafiou os clichês da fotografia com imagens surpreendentes, construídas sobre lâminas de vidro. A série Sobras refuta a idéia de instante decisivo e nos faz refletir sobre o espaço e o tempo usando imagens antigas, quase todas feitas durante uma viagem de férias com a família. Menos conhecidas que as Fotoformas – série que o consagrou como um dos grandes fotógrafos brasileiros –, as Sobras são as jóias finais de uma carreira em que não faltam talento e ousadia. As imagens desta edição, incluindo a capa da revista, são inéditas e fazem parte do arquivo da família Barros mantido na Suíça. O comentário que acompanha as belíssimas imagens é do jornalista Antonio Gonçalves Filho, que compara Geraldo a mestres como Henri Matisse e Andrei Tarkóvski.

Enviado pela ZUM à Brasília para destrinchar o arquivo fotográfico do Serviço Nacional de Informações (SNI) – órgão de segurança da ditadura –, o repórter Plinio Fraga faz uma descoberta: das 15 mil fotos recém-liberadas para consulta pela nova Lei de Acesso à Informação, em vigor desde julho deste ano, pelo menos três provam que crianças foram fichadas como subversivas e terroristas pela ditadura e enviadas ao exílio.

A americana Francesca Woodman (1958-1981), por sua vez, suicidou-se aos 22 anos, depois de produzir centenas de autorretratos preto-e-brancos em que aparece nua e antes de gozar da fama que se lançou sobre sua obra. Quem faz um perfil completo da fotógrafa é o jornalista Arthur Lubow, colaborador de publicações como o jornal The New York Times e a revista The New Yorker. “Ainda que a fotografia de moda tenha servido de inspiração a Woodman, seu trabalho se afasta do gênero pelo senso de urgência e pela autodramatização”. Bombástico e despudorado, o trabalho de Woodman foi objeto de uma grande retrospectiva recente no Museu Guggenheim (Nova York) e de uma pequena mostra na galeria Mendes Wood (São Paulo).

Pouco conhecido no Brasil, o italiano Luigi Ghirri (1943-1992) é daqueles artistas raros e formidáveis que, uma vez descobertos, são capazes de mudar nossa visão do mundo. ZUM publica um portfólio que evidencia a visão original do fotógrafo, responsável por unir, na fotografia em cores, a elegância da composição italiana ao improviso do cinema neorrealista. Ghirri reinventou a paisagem italiana e foi tão prolífico em fotos quanto em texto sobre fotografia. Nesta edição, ZUM publica o ensaio Kodachrome, escrito pelo fotógrafo, que afirma que “não me interessam: as imagens e os instantes decisivos, o estudo e a análise da linguagem como fim e si mesmo, a estética, o conceito ou a idéia totalizante, a emoção do poeta, a citação culta, a busca de um novo credo estético, o uso de um estilo. “Meu compromisso é ver com clareza”. A revista do IMS traz também um artigo da professora italiana Marina Spunta sobre as diversas influências do fotógrafo, que vão de Michelangelo Antonioni a Bob Dylan.

Criado no fotojornalismo de Joanesburgo, Santu Mofokeng é autor de uma obra profundamente original e um dos mestres da fotografia sul-africana. Nesta edição, ele apresenta o ensaio Perseguindo sombras e discute, em entrevista com a historiadora da arte Tamar Garb, o papel dos negros na fotografia, pondo em xeque a ideia de documentário social. 

A propriedade da terra, a marginalização econômica e a espiritualidade são alguns dos grãos políticos que formam seu trabalho mais recente, apresentado por Jyoti Mistry, professora da Escola de Artes da Universidade de Witwatersrand, em Joanesburgo.

Em 1931, August Sander (1876-1964) foi ao rádio para saudar o poder de comunicação da fotografia. Uma década depois, em plena guerra, o fotógrafo alemão seria perseguido e um lote de seu arquivo, destruído. Em homenagem a um dos maiores retratistas do século XX, ZUM publica a tradução inédita de uma rara palestra que Sander proferiu na rádio para demonstrar seu otimismo em relação à fotografia. As ideias que expõe são cruciais para entender sua obra máxima, Os homens do século XX, composta de mais de seiscentas imagens e atualmente exposta na 30ª Bienal de Arte de São Paulo.

A revista de fotografia do IMS também publica imagens dos arquivos do Grupo Atlas, criado pelo artista libanês Walid Raad para documentar e discutir a história contemporânea de seu país, com ênfase nas guerras civis de 1975 a 1990. Raad encontrou ou criou documentos sonoros, visuais e escritos que lançam perguntas sobre como a história é produzida. O texto de apresentação do Grupo Atlas é do curador e professor da Universidade de Lisboa Sergio Mah. Os conflitos que agora se espraiam pelo país dão a esse trabalho uma importância tragicamente atual.

A jornalista Dorrit Harazim narra a vida de um professor americano que mudou a história ao cruzar com duas fotografias: depois de ver a imagem de um linchamento em Indiana, Abel Meeropol escreveu a canção “Strange Fruit”, eternizada pela voz de Billie Holiday; a partir da fotografia dos órfãos de um casal de espiões condenados à morte, o poeta-compositor construiu uma família.

O fotógrafo e professor americano Stephen Shore dá um aula sobre forma e conteúdo na fotografia a partir de suas imagens clássicas. “A forma – a estrutura – não é um requinte estético aplicado ao conteúdo. Não é uma calda artística que se derrama sobre o conteúdo. É uma expressão do entendimento”, afirma.
Eduardo Climachauska é artista plástico, cineasta e compositor. Nas 16 imagens publicadas na ZUM, com comentário do crítico de arte Rodrigo Naves, Clima, como é chamado, revela, entre a luz e a sombra, a vida oculta dos cães de rua. “Contrapostos a bueiros, a uma fogueira miúda ou a uma carroça de catador de papéis, os cachorros recebem uma qualificação desses objetos cotidianos associados aos refugos. Ou então espelham uns aos outros, como a impedir que sua imagem desse margem a outros significados ou metáforas”, analisa Naves.

Por fim, o fotógrafo Tuca Vieira conta a história de uma fotografia de sua autoria que se libertou do autor, ganhou o mundo e foi parar no Facebook, onde provocou milhares de comentários de todos os tipos e procedências. A foto da favela de Paraisópolis foi feita em São Paulo, há cerca de dez anos.

Serviço:
Data: 01.12.2012 | Hora: 19h | Local: AUDITÓRIO DO CCBEU – Travessa Padre Eutíquio, 1309, Batista Campos. Belém – Pará | Entrada franca

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KAMARA KÓ APRESENTA A MOSTRA ‘COLETIVA DE DEZEMBRO’

KAMARA KÓ APRESENTA A MOSTRA ‘COLETIVA DE DEZEMBRO’
 Abertura especial do evento será nos dias 1 e 2 de dezembro




O calendário de mostras da Kamara Kó de 2012 encerra em meio a uma feira de arte, pensada para celebrar o encontro da produção dos artistas que compõe o elenco da galeria e aproximar as obras do público. Nos próximos dias 1 e 2, as portas se abrem para a Coletiva de Dezembro, um convite para quem deseja conhecer a atual produção do áudio-visual paraense em sua multiplicidade – e adquiri-las a um preço acessível.
Estarão à venda obras avulsas de fotógrafos como Miguel Chikaoka, que em 2012 experimentou um ano de reconhecimento nacional com o Prêmio Brasil de Fotografia, onde foi o artista homenageado, além de receber a Ordem do Mérito Cultural, o maior prêmio na área cultural concedido pelo governo federal.
Flávya Mutran expõe fotografias das séries “There’s No Place Like 127.0.0.1” (2009/2010) e “Egoshot” (2010), frutos das experiências da artista com o mundo virtual, onde a matéria-prima para as obras foram imagens privadas de usuários publicadas nas redes sociais e também vídeos de Youtube .

Ionaldo Rodrigues integra a coletiva com obras das séries “Carbono 14” e “polígono, nuvem”, ambas de 2012, e as fotografias “Barco” e “Gelo”, de 2007. A artista visual Danielle Fonseca compõe a exposição com as obras “Caixas-de-Correspondências”, da série “Rumo ao Farol” (2007/2011), e “Pequeno Homero no Rancho Não Posso Me Amofiná”, da série “Mar Absoluto/Retrato Natural” (2010). De Alexandre Sequeira, a mostra exibe imagens de série produzida em 2008, no interior do Pará.  De Pedro Cunha, “Urbana Íris”. Edney Martins expõe “landscape 1”. A “Coletiva de Dezembro” traz ainda obras de Octávio Cardoso, Guy Veloso, Keyla Sobral, Cláudia Leão, Anita Lima, Roberta Carvalho e Roberto Menezes.

Essa exposição conta com os benefícios da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e ao Esporte Amador Tó Teixeira e Guilherme Paraense, com o patrocínio da BLB Eletrônica.

Sobre a Kamara Kó
A Kamara Kó nasceu no ano de 1991, em Belém (PA), como uma agência de fotografias e vem colaborando na construção de novas possibilidades de desenvolvimento da diversificada e bem conceituada produção fotográfica da região.

Depois de vinte anos de trajetória, o projeto se desdobrou com a criação da Kamara Kó Galeria, espaço expositivo de difusão, fruição e interlocução na aquisição de obras artísticas, dedicado a colaborar com o crescimento da produção artística local, que transita entre importantes obras visuais no mercado das artes mundo afora.

No acervo da Kamara Kó Galeria estão obras de representantes da nova e promissora safra da fotografia paraense e de renomados fotógrafos e artistas visuais paraenses contemporâneos, que têm participações em editais, coletivas e salões em diversas cidades brasileiras e também marcam presença em vários países da America Latina, na Europa, nos EUA, Japão, China e em coleções importantes como Pirelli/MASP - Museu de Arte de São Paulo (SP), FNAC (SP), Instituto Itaú Cultural (SP) e Joaquim Paiva de Fotografia Contemporânea Brasileira/ Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ).


SERVIÇO
Abertura da Mostra “Coletiva de Dezembro”, na Kamara Kó Galeria (Travessa Frutuoso Guimarães , 611, Campina), dias 1º e 2 de dezembro, de 10h às 17h.Visitação de 4 a 22 de dezembro, de 15h às 19h, (terça a sexta), e de 10h às 13h (sábados). A exposição é uma realização da Kamara Kó Galeria, com patrocínio da BLB Eletrônica, apoio institucional da Lei Tó Teixeira e Guilherme Paraense, FUMBEL e Prefeitura de Belém. Entrada franca. Informações e agendamentos: 91.32614809 | 91.32614240 kamarakogaleria@gmail.com | www.kamarakogaleria.com


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Palestra ”Edição de Livros de Fotografia", dia 27.out


Palestra ”Edição de Livros de Fotografia"

Como parte integrante da programação técnico-científica da XVI Feira Pan-Amazônica do Livro, será realizada uma palestra com o tema  ”Edição de Livros de Fotografia”, ministrada por Isabel Santana Terron (Editora Tempo d’Imagem, São Paulo/SP), no dia 27/09/2012 de 17:00 às 18:00. 

A participação na palestra requer inscrição, a qual deve ser feita através do site www.secult.pa.gov.br

Exposição Olhar Viajante, 27.out, no CCBEU


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Exposição Janelas do Círio, no Banco da Amazônia


Prezados(as)
 
Convido para a abertura da exposição de fotografias "Janelas do Círio" que acontecerá no dia 20 de setembro de 2012,às 19h,no Espaço Cultural Banco da Amazônia, com a participação de Ana Mokarzel,Antônio Carlos,Geraldo Ramos,Hely Pamplona,Miguel Chikaoka,Valério Silveira e Wagner Santana.
Segue o convite virtual.


 
Cordialmente,
Emanuel Franco
Curador