quarta-feira, 26 de setembro de 2012

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Muitas pessoas ñ compreendem que um texto sem imagem é como uma multidão sem cabeça, uma rebelião sem uma causa, uma carta sem correio, uma Marianne sem os franceses “Se eliminarmos a imagem não é o Cristo, mas o universo inteiro que desaparece.” (Nicéforo – O Patriarca).
Uma sociedade do digital tendo de rever suas concepções sobre as imagens arcaicas, sabendo de sua longa jornada pela escuridão até o tempo atual, encontra-se em sombras, entendidas aqui e ali como ambientes por onde vagam pequenos Lucíoles resistentes (e por que não dizer: penitentes “Penitenziagite!!”), luzes que tentam a todo custo nos alcançar, mas não conseguem.
Se porventura a fé que tenho desaparecer, minha fidelidade e minha adesão desfalecer; nada de material conferiria abonação à identidade a não ser a imagem. A imagem da resistência, seria a imagem que confiro – ou que o grupo confere – à resistência: o escudo dos templários, a logo marca do produto, a etiqueta da grife, o vermelho da bandeira, o mascote do partido, o registro do artista, a fé desencadeada por uma religião laica a partir da imagem. Não se vive sem deuses.
“Estremecimento diante do retorno das superstições primitivas” (Régis Debray 1992, pag 92) e receio de não saber lidar com elas. Chamar a tudo e a todos de contemporâneo sem saber a fundo a quê esta palavra se interliga, onde sua escuridão inicia e em que ponto mergulhar nela. Todo texto precisa de imagem “A letra pode matar o espírito, mas a imagem vivifica a letra” (Régis Debray 1992 pag 92)
 Vicent de Paul Bailly 1832-1912 , Padre e Jornalista francês.
 Inventor de um projetor de cinema em 1897 chamado "immortel".    
Uma ponte entre os novos iconoclastas e os idolatras deve ser levantada para além das paisagens de Nicéa II (onde cada um escavou a sua maneira o caminho desses extremos). Imagem não mais como mediação indispensável, transitus para o divino ou em outro extremo, repugnância pelo figurativo... prolongamento de um puritanismo reformado (Bauhaus). Uma higiene perceptível na arte nórdica.
Por outro lado, como levar alguém a acreditar em arte contemporânea sem mostrá-la? E como fazer desse alguém uma pessoa que não se deixe fascinar pela imagem mostrada? Como não abandoná-lo perante suas próprias presunções? Possivelmente a melhor saída seria “cativar a magia das imagens sem ficar preso à ela” (Régis Debray, 1992 pag 94)

A Cabala e a feitiçaria festejaram em determinado momento o corpo
e a imagem liberados das amarras iconoclastas.  

lskdnjdfblfdgklsdngklsdnglksd é formado em artes ocultas

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