quarta-feira, 30 de maio de 2012
Programação paralela no 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos
18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos
Programação paralela
Dias 01, 04, 05 e 06 de junho, às 19h, na Galeria de Arte “Graça Landeira”
Palestras e relatos de experiências
Dia 01/06
“O Salão UNAMA de Pequenos Formatos (2010/2011): Processos de análise e considerações”, com Vera Pimentel.
Vera Pimentel: Graduada em Educação Artística pela UFPA (1985). Graduada em Letras, habilitação em Inglês, pela UNAMA (2002). Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura, pela UNAMA (2012).Professora de Inglês da SEDUC/Govêrno do Estado.Professora da UNAMA e Faculdade Metropolitana da Amazônia.Membro do júri de premiação do 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos.
Dia 04/06
“Geraldo Teixeira: Trajetória do artista”.
Geraldo Teixeira: Artista plástico. Iniciou sua trajetória artística em 1975, participando de exposições individuais e coletivas no Brasil,Estados Unidos,Portugal e Holanda.Possui obras em acervos públicos e privados.É detentor de prêmios em vários salões de arte em Belém, e outros centros do País,entre eles o Grande Prêmio no XI Salão Arte Pará/1992.Fundador da Associação dos Artistas Plásticos do Pará e Curador do Salão Paraense de Arte Contemporânea -SPAC.Possui obras em espaços públicos de Belém,entre os quais o Museu da UFPA e Mangal das Garça.Artista homenageado do 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos/2012.
Dia 05/06
“Relatos de experiências do fotógrafo Guy Veloso.”
Guy Veloso: Fotógrafo desde 1988. Possui obras nas coleções Joaquim Paiva/MAM-RJ;MASP-SP;Pirelli-MASP;University of Essex Collection of Latin American Art,Colchester-Inglaterra;Centro Português de Fotografia,Porto- Portugal.Artista participante da 29ª Bienal de São Paulo.Membro do júri de seleção e premiação do 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos.
Dia 06/05
“História e Memória da Carpintaria Naval Ribeirinha da Amazônia”, com Antônio Jorge Gualberto.
Antonio Jorge Gualberto: Licenciado e Bacharel em História pela UFPA (1995). Especialista e Mestre em Educação pela UEPA (2007 e 2009). Professor em escolas públicas municipais e estaduais. Sua titulação de mestre foi obtida através da defesa da pesquisa”Embarcações,Educação e Saberes Culturais em um Estaleiro Naval da Amazônia.”
Galeria de Arte “Graça Landeira”
Av.Alcindo Cacela,287,Umarizal,Belém-Pará-Campus Alcindo Cacela / UNAMA.
Tel: (91)4009-5150; 9122-8235 / e-mail : galeria @unama.br
Acesso grátis
Válidos como atividade complementar para os alunos do Curso de Letras, Arquitetura, Moda, Design de Interiores e Artes Visuais,da UNAMA.
Obs: Declaração de participação a todos os presentes.
Núcleo Cultural/Galeria de Arte “Graça Landeira”.
Programação paralela
Dias 01, 04, 05 e 06 de junho, às 19h, na Galeria de Arte “Graça Landeira”
Palestras e relatos de experiências
Dia 01/06
“O Salão UNAMA de Pequenos Formatos (2010/2011): Processos de análise e considerações”, com Vera Pimentel.
Vera Pimentel: Graduada em Educação Artística pela UFPA (1985). Graduada em Letras, habilitação em Inglês, pela UNAMA (2002). Mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura, pela UNAMA (2012).Professora de Inglês da SEDUC/Govêrno do Estado.Professora da UNAMA e Faculdade Metropolitana da Amazônia.Membro do júri de premiação do 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos.
Dia 04/06
“Geraldo Teixeira: Trajetória do artista”.
Geraldo Teixeira: Artista plástico. Iniciou sua trajetória artística em 1975, participando de exposições individuais e coletivas no Brasil,Estados Unidos,Portugal e Holanda.Possui obras em acervos públicos e privados.É detentor de prêmios em vários salões de arte em Belém, e outros centros do País,entre eles o Grande Prêmio no XI Salão Arte Pará/1992.Fundador da Associação dos Artistas Plásticos do Pará e Curador do Salão Paraense de Arte Contemporânea -SPAC.Possui obras em espaços públicos de Belém,entre os quais o Museu da UFPA e Mangal das Garça.Artista homenageado do 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos/2012.
Dia 05/06
“Relatos de experiências do fotógrafo Guy Veloso.”
Guy Veloso: Fotógrafo desde 1988. Possui obras nas coleções Joaquim Paiva/MAM-RJ;MASP-SP;Pirelli-MASP;University of Essex Collection of Latin American Art,Colchester-Inglaterra;Centro Português de Fotografia,Porto- Portugal.Artista participante da 29ª Bienal de São Paulo.Membro do júri de seleção e premiação do 18º Salão UNAMA de Pequenos Formatos.
Dia 06/05
“História e Memória da Carpintaria Naval Ribeirinha da Amazônia”, com Antônio Jorge Gualberto.
Antonio Jorge Gualberto: Licenciado e Bacharel em História pela UFPA (1995). Especialista e Mestre em Educação pela UEPA (2007 e 2009). Professor em escolas públicas municipais e estaduais. Sua titulação de mestre foi obtida através da defesa da pesquisa”Embarcações,Educação e Saberes Culturais em um Estaleiro Naval da Amazônia.”
Galeria de Arte “Graça Landeira”
Av.Alcindo Cacela,287,Umarizal,Belém-Pará-Campus Alcindo Cacela / UNAMA.
Tel: (91)4009-5150; 9122-8235 / e-mail : galeria @unama.br
Acesso grátis
Válidos como atividade complementar para os alunos do Curso de Letras, Arquitetura, Moda, Design de Interiores e Artes Visuais,da UNAMA.
Obs: Declaração de participação a todos os presentes.
Núcleo Cultural/Galeria de Arte “Graça Landeira”.
Já divulgamos uma vez o trabalho com polaroid desse cara, dessa vez encontrei o site. Segue aí Polgaroid .
http://www.polgaroid.com/
terça-feira, 29 de maio de 2012
Park Fiction
Quando alguém me pergunta o que é Park Fiction, fico sem saber o que responder, mas, atualmente, posso dizer: é uma ideia. Ela não é somente um espaço, é acima de tudo a vontade de toda uma comunidade, comunidade essa, que se estabelece no seio da diferença, pois é constituída por todo tipo de gente: artistas intervencionistas, ativistas, moradores, etc..
Park Fiction estava para sofrer gentrificação (é quando uma área sofre "remodelações" fisícas e sociais, geralmente ocasionadas pelo interesse de tornar um lugar vendável), quando os moradores de lá reagiram de forma bastante lúdica e conseguiram tomar o lugar pra si. Entre outras palavras, Park Fiction foi uma ação realizada em Hamburgo, na Alemanha que reuniu artistas, ativistas sociais e moradores de uma comunidade em torno da construção de um parque. Foi um "planejamento participativo" entre os moradores dessa localidade. As autoridades foram pressionadas e a área foi transformada em um parque para a comunidade, com palmeiras falsas e gramado em forma de tapete voador. Esse projeto político, artístico e participativo foi elaborado entre 1997 e 2007, e se estabeleceu com base no princípio de que a comunidade tem o direito de interferir no espaço em que vive. O pensamento central era a construção de um espaço utópico, tendo como modelo as ideias de Henri Lefebrev sobre espacialização das lutas sociais, introduzindo elementos das artes, elementos lúdicos e uma política emancipatória, de produção de desejos.
O site dos caras é esse aqui ó:
http://www.parkfiction.org/
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Abertas as inscrições do
Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade
O Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade recebe até 5/9 inscrições e trabalhos pelo site www.premiojornalistasecia.com.br. Fotógrafos ou repórteres fotográficos podem inscrever seus trabalhos no segmento Imagem-Fotografia da categoria Mídia Nacional. O vencedor receberá R$ 6.000. Vale também destacar que os finalistas de qualquer categoria e que não tenham se classificado como vencedores da Mídia Nacional, disputam a categoria Mídia Regional.
Criado para incentivar a produção de conteúdos jornalísticos sobre Sustentabilidade na mídia brasileira (em seus eixos ambiental, social e/ou econômico), é um dos cinco maiores prêmios do País e distribuirá R$ 102 mil líquidos e apresenta como novidade exclusiva desta edição a categoria Rio+20. O período de veiculação dos trabalhos inscritos (individuais ou em equipe) vai de 1º de setembro de 2011 a 31 de agosto de 2012. O Grande Prêmio será concedido a um dos ganhadores da categoria Mídia Nacional, também no valor de R$ 10.000. Os vencedores recebem a premiação em valores líquidos.
Também serão outorgados os Prêmios Especiais honoríficos por um Conselho Consultivo, integrado por nomes com reconhecido saber na área de Sustentabilidade e/ou Comunicação. Esses prêmios não recebem valores em dinheiro. O concurso entregará ao todo 16 troféus.
No site do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade estão o Regulamento, seção de perguntas e respostas, apresentação dos finalistas de 2011 e os perfis das Comissões de Julgamento e do Conselho Consultivo.
A Coordenação Geral é da jornalista Lena Miessva, telefone 11-2679-6994 ou pelo e-mail premio@jornalistasecia.com.br. Em caso de dificuldades técnicas ao fazer a inscrição no site ou no envio do trabalho, o participante conta com o serviço de auxílio técnico de profissionais da Maxpress, pelo telefone 11-3341-2799.
Lena Miessva
Coordenação Geral
Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade
11-2679-6994
skype: lena.miessva
www.premiojornalistasecia.com.br.
Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade
ENCONTRO IMPRESSO (ESPAÇO 5)
Rede Nacional de Artes Visuais Funarte – MINC (8ª edição)
apresenta:
ENCONTRO IMPRESSO (ESPAÇO 5)
BELÉM DO PARÁ
28, 29 e 30 de maio de 2012
(segunda, terça e quarta feira)
das 17 ás 20h
A Escola de Teatro e Dança da UFPA (ETDUFPA)
Trav. D. Romualdo de Seixas, 820. CEP 66.055-110. Belém - Pará
Telefone: (091) 3212-5050 / Fax: (091) 3241-0850
Faculdade de Artes Visuais
Ateliê de Artes - Unversidade Federal do Pará
ENTRADA FRANCA
Apresentação:
O “encontro impresso” é um híbrido de seminário com debates e apresentações artísticas e tem um caráter colaborativo e multidisciplinar, onde se cria a oportunidade de agregar diversas linguagens no(s) dia(s) da(s) apresentação(ões) em um espaço periódico e portátil, neles apresenta-se várias liguagens como vídeo-instalação, performance, áudio-arte, site-specific, encenações, intervenção, culinárias, palestras, debates, publicações e etc.
Essa plataforma de Traplev Orçamentos, surgiu como desdobramento da publicação recibo* de artes visuais para estender a parte impressa oportunizando em espaço físico o encontro e a troca de experiências entre os profissionais em colaboração.
A cada encontro (sempre com distribuição de publicações) é convidado um grupo de colaboradores para apresentar um trabalho específico em alguma linguagem. O espaço funciona como uma plataforma móvel experimental de apresentações e lançamentos de trabalhos relacionados à produção artística em geral.
Para Belém serão cinco artistas (Carla Zaccagnin, Raquel Stolf, Paulo Vivacqua, Traplev e Orlando Maneschy) que desenvolverão durante três dias encontros com artistas, debates, apresentação, intervenções sonoras, e distribuição de publicações como Recibo, Caderno e.i-1, revista Piseagrama entre outros.
Encontros Impressos (espaço) é coordenado pelo artista Traplev (Roberto Moreira Junior) e iniciou-se em 2010 no Rio de Janeiro em colaboração com Capacete, onde houve três encontros no Espaço Cultural Sérgio Porto. Em 2011 aconteceu a quarta edição do projeto com o foco na discussão de publicações de arte no Brasil com convidados e lançamento da publicaçãorecibo entre outras publicações no Centro Cultural São Paulo, capital.
Durante os dias em Belém será produzido um número especial da publicação recibo que será lançado e distribuído até agosto de 2012.
Programa:
(sempre a partir das 17h no ateliê de artes da faculdade de artes da UFPA):
28 de maio: Encontro com artista Traplev e Carla Zaccagnini + lançamento de publicações;
29 de maio: Proposição “abafador de ruídos” da artista Raquel Stolf e encontro com Orlando Maneschy ;
30 de maio: Apresentação do artista Paulo Vivacqua + encerramento sonoro.
Produção:
Traplev Orçamentos
Apoio:
Programa de Extensão:
Processos Artísticos e Curatoriais Contemporâneos (ICA/UFPA)
*RECIBO é uma publicação experimental de artes visuais que surgiu em 2002 em Florianópolis editada pelo artista Traplev. A publicação se define como uma "plataforma curatorial-gráfica", e tem como príncipio agenciar projetos e ações relacionadas às práticas artísticas de análise crítica, circulação e dispersão de idéias. Em 2009 recibo é selecionado no Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura para produzir seis novos números que estão sendo finalizados em 2012.
Maiores informações: http://traplev.multiply.com/
http://issuu.com/recibo
https://www.facebook.com/pages/Traplev-Or%C3%A7amentos/158222857581447
Contato: recibo0@gmail.com - 81 9826 3201
roberto moreira junior
traplev
NOVO FONE: 81 9826 3201
http://traplev.multiply.com/
http://issuu.com/recibo
apresenta:
ENCONTRO IMPRESSO (ESPAÇO 5)
BELÉM DO PARÁ
28, 29 e 30 de maio de 2012
(segunda, terça e quarta feira)
das 17 ás 20h
A Escola de Teatro e Dança da UFPA (ETDUFPA)
Trav. D. Romualdo de Seixas, 820. CEP 66.055-110. Belém - Pará
Telefone: (091) 3212-5050 / Fax: (091) 3241-0850
Faculdade de Artes Visuais
Ateliê de Artes - Unversidade Federal do Pará
ENTRADA FRANCA
Apresentação:
O “encontro impresso” é um híbrido de seminário com debates e apresentações artísticas e tem um caráter colaborativo e multidisciplinar, onde se cria a oportunidade de agregar diversas linguagens no(s) dia(s) da(s) apresentação(ões) em um espaço periódico e portátil, neles apresenta-se várias liguagens como vídeo-instalação, performance, áudio-arte, site-specific, encenações, intervenção, culinárias, palestras, debates, publicações e etc.
Essa plataforma de Traplev Orçamentos, surgiu como desdobramento da publicação recibo* de artes visuais para estender a parte impressa oportunizando em espaço físico o encontro e a troca de experiências entre os profissionais em colaboração.
A cada encontro (sempre com distribuição de publicações) é convidado um grupo de colaboradores para apresentar um trabalho específico em alguma linguagem. O espaço funciona como uma plataforma móvel experimental de apresentações e lançamentos de trabalhos relacionados à produção artística em geral.
Para Belém serão cinco artistas (Carla Zaccagnin, Raquel Stolf, Paulo Vivacqua, Traplev e Orlando Maneschy) que desenvolverão durante três dias encontros com artistas, debates, apresentação, intervenções sonoras, e distribuição de publicações como Recibo, Caderno e.i-1, revista Piseagrama entre outros.
Encontros Impressos (espaço) é coordenado pelo artista Traplev (Roberto Moreira Junior) e iniciou-se em 2010 no Rio de Janeiro em colaboração com Capacete, onde houve três encontros no Espaço Cultural Sérgio Porto. Em 2011 aconteceu a quarta edição do projeto com o foco na discussão de publicações de arte no Brasil com convidados e lançamento da publicaçãorecibo entre outras publicações no Centro Cultural São Paulo, capital.
Durante os dias em Belém será produzido um número especial da publicação recibo que será lançado e distribuído até agosto de 2012.
Programa:
(sempre a partir das 17h no ateliê de artes da faculdade de artes da UFPA):
28 de maio: Encontro com artista Traplev e Carla Zaccagnini + lançamento de publicações;
29 de maio: Proposição “abafador de ruídos” da artista Raquel Stolf e encontro com Orlando Maneschy ;
30 de maio: Apresentação do artista Paulo Vivacqua + encerramento sonoro.
Produção:
Traplev Orçamentos
Apoio:
Programa de Extensão:
Processos Artísticos e Curatoriais Contemporâneos (ICA/UFPA)
*RECIBO é uma publicação experimental de artes visuais que surgiu em 2002 em Florianópolis editada pelo artista Traplev. A publicação se define como uma "plataforma curatorial-gráfica", e tem como príncipio agenciar projetos e ações relacionadas às práticas artísticas de análise crítica, circulação e dispersão de idéias. Em 2009 recibo é selecionado no Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura para produzir seis novos números que estão sendo finalizados em 2012.
Maiores informações: http://traplev.multiply.com/
http://issuu.com/recibo
https://www.facebook.com/pages/Traplev-Or%C3%A7amentos/158222857581447
Contato: recibo0@gmail.com - 81 9826 3201
roberto moreira junior
traplev
NOVO FONE: 81 9826 3201
http://traplev.multiply.com/
http://issuu.com/recibo
sábado, 26 de maio de 2012
Boamistura, grraffiti, rockers
Descobrimos esse site, com umas coisitas bem legaiiiiiiiis.

http://www.boamistura.com/#0
Luz nas Vielas. São Paulo.
2012
Patrocinador: Embajada Española en Brasil. Colaboran: Virada Sustentável, Montana Colors y Singapore Airlines.
Proyecto de arte urbano participativo en Vila Brâsilandia, una de las favelas de la periferia de São Paulo. La Intervención se centra en los "becos" y las "vielas": callejuelas sinuosas que son las verdaderas articuladoras de la vida interna de la comunidad. Compartiendo con los moradores el proceso de transformación de su entorno.//Participative Urban Art project in Vila Brâsilandia, one of the favelas in São Paulo. The intervention focuses on "becos" and "vielas": winding streets that are the true articulators of the internal life of the community. Sharing with the inhabitants the transformation of their environment.

http://www.boamistura.com/#0
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Café Fotográfico dia 29 de maio
Fotojornalismo feito por mulheres é o tema do Café Fotográfico da Associação Fotoativa, a ser realizado no próximo dia 29, no auditório do IAP, às 19h.
Serviço: Café Fotográfico: “Fotojornalistas em Pauta” com Érika Nunes, Bárbara Freire e Shirley Penaforte. Terça-feira, dia 29, às 19h. Local: IAP, Pça Justo Chermont, 236. Nazaré. Entrada Franca.
Serviço: Café Fotográfico: “Fotojornalistas em Pauta” com Érika Nunes, Bárbara Freire e Shirley Penaforte. Terça-feira, dia 29, às 19h. Local: IAP, Pça Justo Chermont, 236. Nazaré. Entrada Franca.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
HOJE PALESTRA no MABE , GERALDO MÁRTIRES COELHO
Prezados,
O Museu de Arte de Belém confirma, HOJE, QUINTA-FEIRA 24/05 às 16:30h a realização da palestra " POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO : A TELA " OS ÚLTIMOS DIAS DE CARLOS GOMES" (1899) com GERALDO MÁRTIRES COELHO .
Local: Sala Theodoro Braga
MABE- Palácio Antônio Lemos- Praça D. Pedro II s/ nº
Participem!
O Museu de Arte de Belém confirma, HOJE, QUINTA-FEIRA 24/05 às 16:30h a realização da palestra " POLÍTICA E REPRESENTAÇÃO : A TELA " OS ÚLTIMOS DIAS DE CARLOS GOMES" (1899) com GERALDO MÁRTIRES COELHO .
Local: Sala Theodoro Braga
MABE- Palácio Antônio Lemos- Praça D. Pedro II s/ nº
Participem!
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Pequenos grandes momentos ilustrados da história da recombinação (1): Détournement
Desde o início do BaixaCultura, temos falado de alguns tópicos que envolvem o histórico da recombinação voltada à arte e a cultura. Reuben comentou aspectos específicos dessa questão na tradução do pequeno manual do festival do plágio (parteI e II), um evento interessantíssimo criado por Stewart Home na Inglaterra dos anos 80 e influenciado pelo situacionismo, punk, neoísmo e outras vanguardas artísticas da qual o próprio Home tratou em seu livro “Assalto à Cultura“, um levantamento histórico e sarcástico das vanguardas artísticas do século XX.
Como você deve supor (ou não), muito se tem conversado sobre as mudanças que a rede e o compartilhamento de arquivos trazem para a sociedade, mas muito pouco tem se tratado das práticas criativas ligadas ao roubo que a rede também potencializa demais, ao colocar a dois toques do mouse um mundo de material prontinho para ser baixado, visto e usado como bem se entende (ou não, se você não quiser se incomodar com os barões do copyright). Como dissemos neste post, é natural que o debate mantenha o foco na recepção, pois as novas práticas de distribuição e consumo de cultura dizem respeito a toda a sociedade, enquanto que as práticas criativas dizem respeito a um grupo ainda seleto de pessoas.
Pensando nisso, começamos nesse post uma nova trincheira pro BaixaCultura, a de resgatar algumas práticas (momentos, charadas, causos) criativas do século XX ligadas ao uso – e roubo – de outras criações. Existiram diversas formas e ocasiões de apropriação indébita de obras de outros artistas neste século passado, e, ademais de algumas práticas e causos serem bastante conhecidos hoje (o remix e, mais recentemente, o mashup estão aí para mostrar), existem outras tantas que pouco saíram dos guetos artísticos. Começamos nosso “resgate” justamente com uma dessas práticas relativamente pouco conhecidas, o chamado “détournement”.
**
A origem
Détournement é uma palavra francesa que significa desvio, diversão, reencaminhamento, distorção, abuso, malversação, seqüestro, ou virar ao contrário do curso ou propósito normal. Ela (a palavra) foi apropriada para designar uma prática criativa pelo movimento situacionista, especialmente por dois de seus líderes, Guy Debord e Gil J. Wolman. Em 1956, Debord e Wolman publicaram um guia para um possível usuário do détournement numa revista surrealista belga chamada Les Lèvres Nues #8, um texto (aqui a sua tradução para o português, em duas versões) onde introduziam, conceituavam e abusavam da prática – claro que com muito sarcasmo e ironia, talvez a fim de que ninguém levasse totalmente a sério aquilo que eles diziam.
O que quer dizer
Poderíamos falar que o détournement é uma variação em um trabalho já conhecido que produz um significado antagônico ao original. As duas leis fundamentais da prática apontadas inicialmente seriam a perda de importância de cada elemento “detourned” (ou “detunado”, numa tradução literal para o português), que pode ir tão longe a ponto de perder completamente seu sentido original, e, ao mesmo tempo, a reorganização em outro conjunto de significados que confere a cada elemento um novo alcance e efeito. No guia produzido pelos situacionistas, são apresentados doistipos principais: os menores, onde é feito um desvio de um elemento que não tem importância própria, e que portanto toma todo seu significado do novo contexto onde foi colocado; e os “enganadores“, onde é feito o desvio de um elemento intrínsecamente significativo, o qual toma um dimensão diferente a partir do novo contexto.
Exemplos
Guy Debord, um dos maiores e mais criativos plagiadores que o século 20 já viu, se tornou conhecido por sua atuação teórico-prática no Situacionismo e sobretudo pelo livro A Sociedade do Espetáculo, um clássico nos cursos de comunicação Brasil afora. No livro, Debord começa com um exemplo de détournement ao apresentar, já no primeiro parágrafo da obra, uma cópia de O Capital (de Karl Marx). Dá uma olhada:
Debord: “Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. “
Marx: “A riqueza das sociedades em que domina o modo-de-produção capitalista apresenta-se como uma “imensa aumulação de mercadorias”.
Sem entrar em muitos detalhes, a ideia de Debord era mostrar que a etapa do capitalismo em que vivíamos pelo acúmulo de mercadorias havia passado, e chegara o tempo em que passaríamos a acumular apenas imagens de mercadorias –espetáculos. Assim que, ao invés de citar o parágrafo original e discorrer sobre ele até chegar a uma conclusão, procedimento tornado comum na academia, Debord julgou que seria melhor a substituição direta do que já não servia.
Um exemplo gráfico está aqui abaixo, feito por Francis Bacon a partir de uma pintura clássica do pintor Diego Velásquez, conhecido retratista espanhol do século XVII:
Imagine que um observador mais atento vai ver que a obra de Bacon precede em três anos o lançamento do guia para o usuário de Debord e Wolman. Isso é mais uma prova de que a manifestação do détournament está longe de ser algo original, no sentido de ter sido criado pelos dois situacionistas franceses. Ela é, sim, mais uma manifestação de algo que vem se fazendo há muito tempo e que os dois, como bons plagiadores que foram, resolveram agrupar sob alguns conceitos e preceitos a fim de que pudesse chamar atenção para o uso do roubo criativo na prática artística.
E hoje?
O détournement foi algo desenvolvido nos longínquos anos 50, década em que – bueno, não é nem preciso dizer o quão mais díficil era o acesso à cultura naquela época, não?. Atualize para o século XXI as possibilidades que a prática do détournement permite, e tu tem um espectro criativo gigantesco a ser habitado e re-habitado e transformado no que tu quiser.
Engraçado é que, ainda hoje, assim como Debord e Wolman apontavam já na década de 1950, é na indústria do marketing (e do anti-marketing) que estão os melhores exemplos desse tipo de desvio criativo. São muitas as manifestações desenvolvidas pelo Adbusters, por exemplo, coletivo internacional (com sede no Canadá) que tem chamado a atenção para o absurdo do consumismo em publicações como essa aqui, onde Obama é o palhaço da questão eco-psicológica global, ou nessa imagem abaixo, uma crítica pesada à maneira como a famosa Nike põe seus tentáculos em todo o canto do planeta:
Essa prática de subversão de propagandas corporativas – um caso de détournamentaplicado à propaganda, digamos - é tão usual que tem até um nome próprio para designar, culture jamming. São tantos os exemplos de jamming que vamos deixar para mostrá-los e comentá-los em outro post. Por hora, fiquemos com uma amostrinha curiosa, vinda de Londres:
*
Música, literatura, cinema, fotografia, artes visuais, propaganda: teríamos mais uns quantos exemplos a serem mostrados de práticas ligadas ao détournement e, em uma esfera maior, ao plágio criativo. Tu mesmo deve conhecer vários, a começar pelas inocentes camisetas de turma de faculdade que se apropriam de logomarcas conhecidas até uma estranha frase que tu leu e pensou já ter visto em outro lugar, ligeiramente modificada.
Ao contrário do plágio praticado por pura falta de talento, a ideia do plágio criativo – e do détournement, me arrisco a dizer - funciona mais para revelar do que para ocultar suas origens. Ele talvez seja uma forma de entrar diretamente no longo diálogo do conhecimento, de expor suas referências e mostrar à todos o que tu quer e o que tu não quer absorver dessas referências – e da união do que tu aproveita de um lado com o que tu aproveita de outro é que nasce algo diferente. Parece sempre ter sido assim a criação, e barrar o uso dessas referências é, em todos os sentidos, limitar a criatividade.
No fim de sua vida, Debord passou a desistir do détournament, por acreditar que esse tipo de técnica seria adequada apenas a sociedades que fossem capazes de reconhecê-la. Será que hoje, com o advento da internet e toda a enorme cultura que está disponível à todos que tem acesso à rede, ele faria o mesmo?
Por questões de tamanho, deixaremos esta e outras perguntas e exemplos para as próximas edições desse post, que já ficou maior do que o esperado e é bom que termine por aqui.
Desde o início do BaixaCultura, temos falado de alguns tópicos que envolvem o histórico da recombinação voltada à arte e a cultura. Reuben comentou aspectos específicos dessa questão na tradução do pequeno manual do festival do plágio (parteI e II), um evento interessantíssimo criado por Stewart Home na Inglaterra dos anos 80 e influenciado pelo situacionismo, punk, neoísmo e outras vanguardas artísticas da qual o próprio Home tratou em seu livro “Assalto à Cultura“, um levantamento histórico e sarcástico das vanguardas artísticas do século XX.
Como você deve supor (ou não), muito se tem conversado sobre as mudanças que a rede e o compartilhamento de arquivos trazem para a sociedade, mas muito pouco tem se tratado das práticas criativas ligadas ao roubo que a rede também potencializa demais, ao colocar a dois toques do mouse um mundo de material prontinho para ser baixado, visto e usado como bem se entende (ou não, se você não quiser se incomodar com os barões do copyright). Como dissemos neste post, é natural que o debate mantenha o foco na recepção, pois as novas práticas de distribuição e consumo de cultura dizem respeito a toda a sociedade, enquanto que as práticas criativas dizem respeito a um grupo ainda seleto de pessoas.
Pensando nisso, começamos nesse post uma nova trincheira pro BaixaCultura, a de resgatar algumas práticas (momentos, charadas, causos) criativas do século XX ligadas ao uso – e roubo – de outras criações. Existiram diversas formas e ocasiões de apropriação indébita de obras de outros artistas neste século passado, e, ademais de algumas práticas e causos serem bastante conhecidos hoje (o remix e, mais recentemente, o mashup estão aí para mostrar), existem outras tantas que pouco saíram dos guetos artísticos. Começamos nosso “resgate” justamente com uma dessas práticas relativamente pouco conhecidas, o chamado “détournement”.
**
A origem
Détournement é uma palavra francesa que significa desvio, diversão, reencaminhamento, distorção, abuso, malversação, seqüestro, ou virar ao contrário do curso ou propósito normal. Ela (a palavra) foi apropriada para designar uma prática criativa pelo movimento situacionista, especialmente por dois de seus líderes, Guy Debord e Gil J. Wolman. Em 1956, Debord e Wolman publicaram um guia para um possível usuário do détournement numa revista surrealista belga chamada Les Lèvres Nues #8, um texto (aqui a sua tradução para o português, em duas versões) onde introduziam, conceituavam e abusavam da prática – claro que com muito sarcasmo e ironia, talvez a fim de que ninguém levasse totalmente a sério aquilo que eles diziam.
O que quer dizer
Poderíamos falar que o détournement é uma variação em um trabalho já conhecido que produz um significado antagônico ao original. As duas leis fundamentais da prática apontadas inicialmente seriam a perda de importância de cada elemento “detourned” (ou “detunado”, numa tradução literal para o português), que pode ir tão longe a ponto de perder completamente seu sentido original, e, ao mesmo tempo, a reorganização em outro conjunto de significados que confere a cada elemento um novo alcance e efeito. No guia produzido pelos situacionistas, são apresentados doistipos principais: os menores, onde é feito um desvio de um elemento que não tem importância própria, e que portanto toma todo seu significado do novo contexto onde foi colocado; e os “enganadores“, onde é feito o desvio de um elemento intrínsecamente significativo, o qual toma um dimensão diferente a partir do novo contexto.
Exemplos
Guy Debord, um dos maiores e mais criativos plagiadores que o século 20 já viu, se tornou conhecido por sua atuação teórico-prática no Situacionismo e sobretudo pelo livro A Sociedade do Espetáculo, um clássico nos cursos de comunicação Brasil afora. No livro, Debord começa com um exemplo de détournement ao apresentar, já no primeiro parágrafo da obra, uma cópia de O Capital (de Karl Marx). Dá uma olhada:
Debord: “Toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. “Marx: “A riqueza das sociedades em que domina o modo-de-produção capitalista apresenta-se como uma “imensa aumulação de mercadorias”.
Sem entrar em muitos detalhes, a ideia de Debord era mostrar que a etapa do capitalismo em que vivíamos pelo acúmulo de mercadorias havia passado, e chegara o tempo em que passaríamos a acumular apenas imagens de mercadorias –espetáculos. Assim que, ao invés de citar o parágrafo original e discorrer sobre ele até chegar a uma conclusão, procedimento tornado comum na academia, Debord julgou que seria melhor a substituição direta do que já não servia.
Um exemplo gráfico está aqui abaixo, feito por Francis Bacon a partir de uma pintura clássica do pintor Diego Velásquez, conhecido retratista espanhol do século XVII:
Imagine que um observador mais atento vai ver que a obra de Bacon precede em três anos o lançamento do guia para o usuário de Debord e Wolman. Isso é mais uma prova de que a manifestação do détournament está longe de ser algo original, no sentido de ter sido criado pelos dois situacionistas franceses. Ela é, sim, mais uma manifestação de algo que vem se fazendo há muito tempo e que os dois, como bons plagiadores que foram, resolveram agrupar sob alguns conceitos e preceitos a fim de que pudesse chamar atenção para o uso do roubo criativo na prática artística.
E hoje?
O détournement foi algo desenvolvido nos longínquos anos 50, década em que – bueno, não é nem preciso dizer o quão mais díficil era o acesso à cultura naquela época, não?. Atualize para o século XXI as possibilidades que a prática do détournement permite, e tu tem um espectro criativo gigantesco a ser habitado e re-habitado e transformado no que tu quiser.
Engraçado é que, ainda hoje, assim como Debord e Wolman apontavam já na década de 1950, é na indústria do marketing (e do anti-marketing) que estão os melhores exemplos desse tipo de desvio criativo. São muitas as manifestações desenvolvidas pelo Adbusters, por exemplo, coletivo internacional (com sede no Canadá) que tem chamado a atenção para o absurdo do consumismo em publicações como essa aqui, onde Obama é o palhaço da questão eco-psicológica global, ou nessa imagem abaixo, uma crítica pesada à maneira como a famosa Nike põe seus tentáculos em todo o canto do planeta:
Essa prática de subversão de propagandas corporativas – um caso de détournamentaplicado à propaganda, digamos - é tão usual que tem até um nome próprio para designar, culture jamming. São tantos os exemplos de jamming que vamos deixar para mostrá-los e comentá-los em outro post. Por hora, fiquemos com uma amostrinha curiosa, vinda de Londres:

*
Música, literatura, cinema, fotografia, artes visuais, propaganda: teríamos mais uns quantos exemplos a serem mostrados de práticas ligadas ao détournement e, em uma esfera maior, ao plágio criativo. Tu mesmo deve conhecer vários, a começar pelas inocentes camisetas de turma de faculdade que se apropriam de logomarcas conhecidas até uma estranha frase que tu leu e pensou já ter visto em outro lugar, ligeiramente modificada.
Ao contrário do plágio praticado por pura falta de talento, a ideia do plágio criativo – e do détournement, me arrisco a dizer - funciona mais para revelar do que para ocultar suas origens. Ele talvez seja uma forma de entrar diretamente no longo diálogo do conhecimento, de expor suas referências e mostrar à todos o que tu quer e o que tu não quer absorver dessas referências – e da união do que tu aproveita de um lado com o que tu aproveita de outro é que nasce algo diferente. Parece sempre ter sido assim a criação, e barrar o uso dessas referências é, em todos os sentidos, limitar a criatividade.
No fim de sua vida, Debord passou a desistir do détournament, por acreditar que esse tipo de técnica seria adequada apenas a sociedades que fossem capazes de reconhecê-la. Será que hoje, com o advento da internet e toda a enorme cultura que está disponível à todos que tem acesso à rede, ele faria o mesmo?
Por questões de tamanho, deixaremos esta e outras perguntas e exemplos para as próximas edições desse post, que já ficou maior do que o esperado e é bom que termine por aqui.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
CINEMA: "A Missão do Gerente de Recursos Humanos" no Cine Libero
Cine Líbero Luxardo apresenta "A Missão do Gerente de Rescursos Humanos", de Eran Rikilis. O longa baseia-se no livro "Uma Mulher em Jerusalém", de Abraham B. Jehoshua. O tema aborda ética, capitalismo, devoção e profissionalismo. O ator Mark Ivanir interpreta o protagonista que se desdobra para que possa realizar uma missão no seu emprego, uma grande padaria em Israel. Os seus valores sociais transpassam a política da empresa e a de um jornalista que deseja a todo custo conseguir uma exclusiva difamando essa padaria.
Sinopse: O gerente de RH da maior empresa panificadora de Jerusalém está com problemas. Ele separou da mulher, não vê a filha e está preso num trabalho que odeia. Quando uma de suas funcionárias morre num atentado terrorista, ele é chamado de insensível e desumano. Ele então embarca numa missão para honrar uma mulher que nem conhecia, mas que começa a crescer dentro dele, e acaba encontrando sua própria humanidade.
Título original: "The Human Resources Manager" (2010 / Israel/Alemanha/França / 103 min)
Direção: Eran Rikilis
Elenco: Mark Ivanir, Gila Almagor, Guri Alfi
Gênero: Comédia Dramática
Classificação:14 anos
Trailer: http://youtu.be/2oIKuJD8BAE
Serviço:
"A Missão do Gerente de Rescursos Humanos", de Eran Rikilis
Datas:
23 a 26/05 (19h)
27/05 (17h e 19h)
30/05 a 02/06 (19h)
03/06 (17h e 19h)
Ingressos: R$ 5 (aceitamos meia entrada). Às quartas-feiras, entrada franca para estudantes.
Espaços especiais para cadeirantes.
Realização:
Governo do Pará e Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves
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Passado e presente de um dos mais fortes movimentos jovens se encontram numa seleção de 18 filmes de todo o mundo. Mostra traça um panorama do punk desde a contestação política até a diversão.
Em inglês, a palavra punk significa algo sem valor, ruim ou podre. No imaginário da maioria das pessoas, punk é sinônimo de cabelos moicanos, alfinetes e barulho. Mas essa subcultura, que nasceu nos anos 1970, como a voz simples e brutal da juventude sem perspectivas, serve, até os dias de hoje, para expressar pontos de vista políticos por meio de barulho e com poucos recursos.
Com mais de 30 anos de existência, o movimento conseguiu sobreviver e se adaptar ao presente. Essa evolução e um retrato atual do movimento pelo mundo globalizado podem ser vistos no primeiro Festival de Cinema Punk de Berlim.
Mas, afinal, o que é um filme punk? "São filmes que tratam da temática punk, incorporam a estética, têm personagens ou são feitos por punks", explica o criador e curador do festival Cornelius Schulz. Dono de uma gravadora e uma agência que organiza shows punk, essa é a primeira empreitada dele na área do cinema.
A ideia para o festival surgiu depois que Schulz viu um filme no Festival de Cinema Australiano no ano passado. "Conversei com o pessoal do Moviemento (cinema onde acontece o evento) e eles toparam na hora fazer um festival de cinema punk. Sabia de alguns filmes que queria ver no festival, mas também comecei a pesquisar. Alguns meses depois, estou realizando o festival", declarou.
Inspirado numa música do Dead Kennedys, o festival tem o sugestivo nome de Too drunk to watch (bêbado demais para assistir) e busca fugir dos clichês e mostrar que o movimento sobreviveu todos esse anos não apoiado na estética, mas na ideologia.
Mesma ideologia, diferentes lutas
O movimento que nasceu nos Estados Unidos e no Reino Unido no meio da década de 1970 pregava a liberdade individual e o inconformismo através da estética "faça você mesmo" (do it yourself) e das músicas simples, rápidas e barulhentas.
Partes dessa história está documentada em alguns filmes selecionados para o festival, que mostram as particularidades da cena em lugares como o Canadá, Chicago ou a antiga Alemanha Oriental. O filme Punk is not deadretrata a resistência do movimento na Europa até os dias de hoje.
Usando depoimentos e cenas de show, o documentário Afro-Punk mostra a pequena presença dos negros norte-americanos na cena e como a variedade cultural é importante tanto para o movimento punk quanto para o movimento negro.

"Beijing Punk" mostra o movimento na China
“Um dos filmes mais surpreendentes da seleção é Punk in Africa. Entrei em contato com o filme recentemente e o queria muito na mostra”, declarou o curador. "Durante o apartheid, muitas bandas, como National Wake, quebraram tabus por terem membros brancos e negros, algo que era proibido", completou.
O documentário mostra que o movimento punk foi pioneiro na integração racial no país, tanto nos palcos e socialmente em shows e festas. Musicalmente, a fusão do punk com o reggae e ritmos locais deu origem a uma identidade própria. Hoje sem o regime de segregação, as bandas punk com integrantes brancos querem mostrar que também são africanas.
A globalização levou o punk a lugares nunca antes imaginados.Beijing Punk mostra como a cena chinesa está à procura da verdadeira China e usa o punk para se expressar num país onde palavras como revolta, rebelião e liberdade podem ser perigosas. Já a juventude coreana do filmeKorean Punk Rock achou sua voz através do punk, mesmo muitas vezes não sabendo o limite entre estética e política.
O outro lado do punk

Moicanos, sangue e diversão em "Attack of the living dead punkers"
"Não temos apenas documentários sérios, mas também filmes que as pessoas possam acompanhar com uma cerveja e se divertir", disse Schultz. "Não é apenas um festival de cinema político, queria também mostrar o outro lado do movimento."
O lado divertido do punk pode ser visto principalmente na seleção de ficção do festival. O terror para rir parece ser uma característica dos filmes punks. Em Punk Rock Holocaust cenas de shows reais de artistas como The Used, Pennywise e Rancid são alternadas com mortes que acontecem nos bastidores de um festival, com grandes doses de sangue. Já o curta francês Attack of living dead punkers mostra que zumbis também podem ter ideologia.
A comédia se mistura ao documentário, ficção e o musical no britânico Punk Slurt. Outro filme que brinca com os gêneros em nome da diversão é Hard Core Logo. O filme tematiza a suposta morte do movimento com participações de conhecidos músicos como Art Bergman e Joey Ramone.
A produção cultural recente do punk mostra que o movimento não é apenas uma moda passageira ou uma relíquia do passado, mas uma expressão da vida e da liberdade através da energia e da agressividade da música, que, apesar de simples, está mais do que viva. "Sendo sério ou engraçado, ser punk é acima de tudo ser político", concluiu Schultz.
Autor: Marco Sanchez
Revisão: Alexandre Schossler
Revisão: Alexandre Schossler
Devidamente clonado de: http://www.dw.de/dw/article/0,,15940024,00.html
domingo, 20 de maio de 2012
NOVA
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| O início do evento. |
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| Preparativos para o micro-evento culinário. |
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| Geral. |
O evento culinário ficou por conta de Shima e ....(esqueci o nome dela)...putz, ela me passou uma receita de berinjela em fatias fritas ao azeite, cardomo e cominho, maravilhosa!!
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| Shima. |
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| Falas: Fábio Moraes e Daniel Werneck |
Fábio Moraes falou dentro de uma palestra organizada pela Brígida
Campbell (PORO) e o Bruno Ganz (juntamente com a Brígída à frente do EXA - http://www.exa.art.br/). Fábio falou dentre outras coisas, sobre parte de sua produção ligada ao design gráfico e suas experiências com trabalhos ligados a ideia de circulação, enquanto Daniel Werneck
falou de sua produção como desenhista e sua experiência com grupos, fanzines e
o mercado brasileiro de hq`s.
Fica a dica para outras cidades no Brasil, se articularem
para agitar um NOVA em sua região.
Ricardo
Macêdo
Segue para quem estiver em B.H. , parte da programação
WORK IN PROGRESS
> De 15 a 19/05
(Os visitantes podem ver o processo de montagem das instalações)
> Artista: Penique Produções (Espanha) | instalação
Terça-feira,15 de maio de 2012
Horário: 10h
Entrada gratuita
> Artista: Mello + Landini (Brasil) | instalação
:: De 15 a 19 de maio de 2012
Horário: das 17h às 21h
Entrada gratuita
(Os visitantes podem ver o processo de montagem das instalações)
> Artista: Penique Produções (Espanha) | instalação
Terça-feira,15 de maio de 2012
Horário: 10h
Entrada gratuita
> Artista: Mello + Landini (Brasil) | instalação
:: De 15 a 19 de maio de 2012
Horário: das 17h às 21h
Entrada gratuita
EVENTO ABERTURA
:: Domingo, 20 de maio de 2012
Entrada gratuita
> SHOWS
Horário: 18h as 23h
Akin + Tra (Brasil)
Christopher Scullion (Irlanda)
Droid-on (Brasil)
.O.F.A.C. (Brasil
> PERFORMANCE
Horário: 17h as 22h
“Eu não sei, cê que sabe/ Xá comigo, eu que faço” #1 | Shima + Breno Spangler
Horário: 17h
Noemi Assumpção (Brasil)
Horário: 19h
Artur Miglio + Felipe Turcheti + Vicente Pessôa (Brasil)
:: Domingo, 20 de maio de 2012
Entrada gratuita
> SHOWS
Horário: 18h as 23h
Akin + Tra (Brasil)
Christopher Scullion (Irlanda)
Droid-on (Brasil)
.O.F.A.C. (Brasil
> PERFORMANCE
Horário: 17h as 22h
“Eu não sei, cê que sabe/ Xá comigo, eu que faço” #1 | Shima + Breno Spangler
Horário: 17h
Noemi Assumpção (Brasil)
Horário: 19h
Artur Miglio + Felipe Turcheti + Vicente Pessôa (Brasil)
INSTALAÇÃO | MURAL | VIDEO | AO VIVO
> De 20 a 27 de maio de 2012
Horário: 17h às 22h
Entrada gratuita
Andre Hallak (Brasil) – vídeo
Penique Productions (Espanha) – instalação
Yoshi Sodeoka (EUA) – instalação
Frederik Heynan (Bélgica) – vídeo
Jonathan McCabe (Austrália) – vídeo
Levi Van Veluw (Holanda) – vídeo
Plink Flojd (EUA) – vídeo
Jesús Olmo (Espanha) – vídeo
Mello + Landini (Brasil) – instalação
Mariana Rocha (Brasil) – instalação
Luciana Monte-Mór (Brasil) – instalação
Deise Oliveira (Brasil) – instalação
> De 20 a 27 de maio de 2012
Horário: 17h às 22h
Entrada gratuita
Andre Hallak (Brasil) – vídeo
Penique Productions (Espanha) – instalação
Yoshi Sodeoka (EUA) – instalação
Frederik Heynan (Bélgica) – vídeo
Jonathan McCabe (Austrália) – vídeo
Levi Van Veluw (Holanda) – vídeo
Plink Flojd (EUA) – vídeo
Jesús Olmo (Espanha) – vídeo
Mello + Landini (Brasil) – instalação
Mariana Rocha (Brasil) – instalação
Luciana Monte-Mór (Brasil) – instalação
Deise Oliveira (Brasil) – instalação
Mais informações: www.novafestival.com
Realizado em parceria com o CentoeQuatro e Escola Guignard e apoio cultural do BDMG e Governo do Estado de Minas Gerais, o ®NOVA 2012 acontece em Belo Horizonte entre os dias 15 e 26 de maio. São Paulo, Rio de Janeiro e Barcelona também recebem o evento.
sábado, 19 de maio de 2012
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Pássaros estão cada vez mais na moda em fotografia. Pelo Brasil à fora pululam exposições sobre esses seres de penas curtas: ensaios em revistas especializadas, exposições em B.H. , São Paulo e Rio de Janeiro. Não perca tempo, pegue sua Polaroid que acabou de chegar pelo correio via Amazon.com e saia ao encalço desses bichinhos tão em voga ultimamente... é o último grito, a última tendência! Quer dizer...ultimo não! É a mais atual, isso! A mais atual. Aproveite, porq sei de fontes seguras que o próximo frenesi imagético vai estar em torno dos ursos polares e eles não existem no Brasil.
A arte de de dar insultos
Esse post eu dedico a alguns amigos e amigas (que eu não vou citar aqui porque eles só sabem insultar , mas, não sabem receber insultos). É um livro sensacional para vcs, que adoram (como eu), insultar alguém no café da manhã, antes do jantar, pelo Facebook através de ironias, sarcasmos, silêncios....ahh coisa boa!!!
Agora resta esperar pelo próximo volume: A arte de receber insultos.
Novos colaboradores
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Os laços do pensamento
O pensamento não tem lugar, ele deriva de todas as paragens, nasce das dobras de qualquer circunstância, da invenção de um conceito ou do exercício do próprio pensamento. Pensar significa dar funcionamento às coisas, deslocá-las ou atravessá-las com significados outros, pensamentos outros. Segundo Daniel Lins, o pensamento-outro engloba o plano de imanência, ou seja, a possibilidade de pensar o impossível, de pensar o impensável: “o plano de imanência é ao mesmo tempo o que dever ser pensado e o que não pode ser pensado. Ele seria o não-pensado no pensamento”. Com efeito percebemos que no pensamento-outro se prolifera mais do que a agregação das diferenças, a duplicidade dos entendimentos, ou melhor um pensamento ainda porvir, exterior ao próprio pensamento. Michel Foucault, em o Pensamento Exterior, nos traz importantes pistas nessa direção: é preciso passar para “fora de si”, se envolver e se recolher na fascinante interioridade de um pensamento que é legitimamente Ser e Palavra. Mergulhar na superfície de um pensamento legitimamente Ser e Palavra significa liberar-se das reminiscências, quer dizer do monolítico e da tensão que ela representa, pois esse pensamento, Ser e Palavra, se mantêm fora de qualquer subjetividade para dele fazer surgir os limites como vindo do exterior, enunciar seu fim, fazer cintilar sua dispersão e acolher apenas sua invisível ausência, e que ao mesmo tempo se mantém no limiar de qualquer positividade, não tanto para apreender seu fundamento ou justificativa, mas para encontrar o espaço em que ele se desdobra. Nessa esfera pensar é um ato de vitalidade, é essencialmente afirmativo, é uma forma de ver a vida e o que passa através dela, é um verdadeiro caso de possível, de interpretação, pois interpretar equivale a criar, a maneira do jazz, interpretar interpretações, e com isso, como nos diz Deleuze: modificar as coisas “mudar a vida”.. Portanto, pensar é, sobremaneira, um ato de interpretação, logo, de criação. Pensar é dar velocidade ao pensamento pensando as coisas que nos afetam, seja em matéria de literatura ou do que for. Assim encontramos Maurice Blanchot, como uma Maquina de Possível, escrevendo, interpretando, pensando, gerando pensamentos outros.
Por Nilson Oliveira – [post por NADA Teerã]
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Abertura do 18° Salão Unama de Pequenos Formatos
Abertura dia 17 de maio, às 20h
Tudo pronto para a abertura da 18ª edição do Salão Unama de Pequenos Formatos no próximo dia 17. O júri anuncia no dia 16, os artistas e as obras premiadas entre as 115 selecionadas, que vão compor a mostra, aberta ao público às 20h, na Galeria de Arte Graça Landeira. Quase 200 artistas se inscreveram de várias regiões do País, num total de 479 obras avaliadas. Doze artistas selecionados são do Pará.
Em 18 anos, o Salão se constitui como um dos mais importantes difusores de artes visuais no país. A versão 2012 ficará aberta ao público até o dia 23 de junho. Este ano o Salão terá uma sala especial em homenagem a Geraldo Teixeira, artista plástico de intensa atuação em Belém. Desde 1995, o Salão tem grande aceitabilidade de artistas de várias regiões do país. A participação de profissionais e o envolvimento de toda a Academia contribuem à sustentabilidade do projeto da Universidade da Amazônia.
“Contamos com a presença cada vez maior do segmento acadêmico, interno e externo, alunos e professores são engajados nas programações de palestras, encontros, workshops e visitas monitoradas com a assistência direta do curso de Artes Visuais da Unama e em todo o período do Salão’’, destaca o professor Emanuel Franco, curador do Salão e coordenador da Galeria de Arte Graça Landeira.
Prêmios
A premiação acontecerá no dia 16 de maio, no dia seguinte ele será aberto ao público. Serão R$ 17 mil reais em prêmios, sendo o grande prêmio, aquisitivo, no valor de R$ 9 mil, o prêmio especial Graça Landeira, aquisitivo, no valor de R$ 4 mil e o prêmio aquisição de R$ 4 mil. As obras premiadas serão incorporadas ao acervo da Casa da Memória da Universidade da Amazônia.
18º SALÃO UNAMA PEQUENOS FORMATOS.
GRANDE PRÊMIO: Elciclei Araújo (Pa)
Premio Esp.Graça Landeira:
Flávia Junqueira (SP)
Prêmio Aquisição:
Jocatos (PA)
Keyla Sobral (PA)
Letícia Lampert (RS)
Nailana Thiely (PA)
Nara Amélia (RS)
Menção Honrosa:
Paulo Vasconcelos.
Comissão de Premiação:
Eudilene Reale
Guy Veloso
Vera Pimentel
(Ascom Unama)
Galeria de Arte Graça Landeira – UNAMA
Av Alcindo Cacela, 287 – Umarizal
segunda a sexta, das 9h às 12h e 15h às 21h
sábados das 8h às 12h
Informações: 4009-3053 - galeria@unama.br
II Ciclo (im)pertinente: arte e resistência
II Ciclo (im)pertinente: arte e resistência
Tema: manutenção da memória do Brasil recente
De 20 a 23 de Junho de 2012,
No Campus da Universidade Federal do Pará em Bragança
Programação: http://silenciamentoevoz.wordpress.com/ii-ciclo-impertinente/programacao/
Inscrições de trabalhos: http://silenciamentoevoz.wordpress.com/ii-ciclo-impertinente/comapresentacao/
Inscrições para ouvintes: http://silenciamentoevoz.wordpress.com/ii-ciclo-impertinente/semapresentacao/
O II Ciclo (im)pertinente conta com o apoio da FALE-Bragança, da PPGLS e do Campus Universitário de Bragança. É uma realização dos voluntários no projeto “Silenciamento e Voz”, coordenado pelo Professor Abilio Pacheco. Conta com o apoio Financeiro da Pró-Reitoria de Extenção da UFPA através do Edital 006/2012.
Tema: manutenção da memória do Brasil recente
De 20 a 23 de Junho de 2012,
No Campus da Universidade Federal do Pará em Bragança
Programação: http://silenciamentoevoz.wordpress.com/ii-ciclo-impertinente/programacao/
Inscrições de trabalhos: http://silenciamentoevoz.wordpress.com/ii-ciclo-impertinente/comapresentacao/
Inscrições para ouvintes: http://silenciamentoevoz.wordpress.com/ii-ciclo-impertinente/semapresentacao/
O II Ciclo (im)pertinente conta com o apoio da FALE-Bragança, da PPGLS e do Campus Universitário de Bragança. É uma realização dos voluntários no projeto “Silenciamento e Voz”, coordenado pelo Professor Abilio Pacheco. Conta com o apoio Financeiro da Pró-Reitoria de Extenção da UFPA através do Edital 006/2012.
Bate-papo com curadores da exposição "Cinema no Pará- História e Memória"
No dia 18 de maio, às 19 horas, a Galeria Theodoro Braga apresentará, como parte da programação da 10ª Semana Nacional de Museus, bate-papo com a participação de Ramiro Quaresma e Armando Queiroz, curadores da Exposição "Cinema no Pará- História e Memória".
A galeria Theodoro Braga fica situada na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves, subsolo, na avenida Gentil Bittencourt, 650, Belém _Pará. Informações: 32024313
galeriatheodorobraga@gmail.com
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FCPTN – Galeria Theodoro Braga
Av. Gentil Bittencourt, 650(subsolo) – Nazaré - 66035-340 Belém-Pa. Tel. 3202-4313.
galeriatheodorobraga@gmail.com e gtb@fcptn.pa.gov.br.
Palestra “Imagem, realidade e fabulação” nesta quinta no IAP com Alexandre Sequeira
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| Alexandre Sequeira e Seu Juquinha, na vila de Lapinha da Serra |
“Imagem, realidade e fabulação”. A palestra do fotógrafo e pesquisador Alexandre Sequeira, que faz parte da programação do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, será nesta quinta-feira, 17 de maio, a partir das 19h, no Instituto de Artes do Pará, com entrada franca.
Alexandre vai abordar a pesquisa que ele realizou durante o ano de 2010, quando frequentou a vila de Lapinha da Serra, município de Santana do Riacho, na região da Serra do Cipó. O trabalho foi objeto de pesquisa de sua de dissertação de Mestrado, defendida na UFMG.
O trabalho desenvolvido em Lapinha da Serra, segundo Alexandre, tem o mesmo caráter relacional do desenvolvido em Nazaré do Mocajuba e de outro que ele realizou também com dois adolescentes residentes na ilha do Combú e no bairro do Guamá.
“Na verdade a fotografia se apresenta como um instrumento de aproximação e troca de impressões de mundo. O trabalho se afirma muito mais na relação que se estabelece do que na fotografia propriamente dita. Nesse sentido, a fotografia assume um caráter de documento construído a seis mãos, envolvendo eu, Rafael – um adolescente de 13 anos -, e seu avô, Seu Juquinha, de 84 anos”, diz ele referindo-se aos personagens focados neste último trabalho.
Durante o bate papo desta quinta-feira, Alexandre vai utilizar as imagens dessa experiência, além de pontuações teóricas para construir a conversa e a discussão com o público presente. “A palestra trata de nossa relação com a fotografia enquanto documento, enquanto memória de algo que efetivamente aconteceu. Mas a fala procura dirigir as atenções às relações que se estabelecem entre fotógrafo e fotografado, entre o que acontece antes ou mesmo depois do momento do registro. Relações estas que, de certa forma, relativizam ou ampliam esse valor de documento da fotografia”, diz Alexandre.
Laços – Ele conta que ao longo do período na Lapinha da Serra, a fotografia foi responsável pela construção de laços de convívio e afeto com alguns moradores locais, em especial com Rafael, de 13 anos, e sua família. “Refiro-me a um certo caráter performativo do ato fotográfico que envolve a todos que dele fazem parte e que, embora se tenha a impressão que diz respeito à uma produção fotográfica mais recente, na verdade acompanha a fotografia desde seu surgimento”.
Para Alexandre, as relações que se estabelecem a partir do convívio com as pessoas envolvidas e entre seus olhares e interpretações de mundo, tecem laços que os aproximaram enquanto permanentes construtores de sonhos, fantasias e desejos.
“A fotografia, que por vezes animou esse convívio, se apresentou tanto como instrumento de construção de uma etnologia da saudade – por seu inegável valor documental –, quanto por seu potencial emancipador, dada a perda de sentido de realidade que suas possibilidades interpretativas suscitavam”, continua.
Foi nessa perspectiva que palavras, imagens e acontecimentos animaram o convívio de Sequeira com Seu Juquinha e Rafael e por assim em diante se converteram em uma história, com elementos que se oferecem como fio condutor para a construção de uma narrativa capaz de tratar dos espaços da diferença e da alteridade.
O conjunto de fotografias produzidas ao longo dos dois anos pelo artista e por Rafael é guardado por ambos –, como um banco de dados passível de diferentes interpretações. Do mesmo modo, os relatos de Seu Juquinha, que por tantas vezes conduziram Sequeira por entre palavras, pausas ou entonações, no desafio de subverter os regimes do visível e do invisível, também servem como elemento indutor de ressignificações da vida em Lapinha da Serra.
Os registros sonoros desses encontros, fragmentos de conversas e sons da ambiência do lugar, compõe uma partitura sonora que é também encaminhada de volta à vila, como contribuição ao trabalho educativo desenvolvido por alguns moradores no Espaço Cultural situado ao lado da pequena igreja local.
Memória e falas – A intenção é que o material possa servir como outra forma de tratar a história, a memória e as qualidades de Lapinha da Serra, junto às crianças e adolescentes, assíduos frequentadores daquele espaço; como um meio de replicar a fala de Seu Juquinha – figura tão importante para a vila –, dando ao passado através de sua permanente revisão, um sentido de retomada, essa sim, uma forma nobre da memória.
Depois que defendeu a dissertação, Alexandre foi convidado a falar do projeto numa exposição em São Paulo, chamada “Por aqui, formas tornaram-se atitudes”. A exposição reunia nomes da cena das artes visuais como Helio Oiticica, Ligya Clark, Ligia Pape, Laura Lima e muitos outros.
Em seguida, ele também foi convidado a falar no Festival Internacional de Porto Alegre, no Festival de Fotografia de Recife, no Festival Internacional de Fotografia do Rio, no Festival de Fotografia de Manaus, numa palestra que proferi para o curso de Pós Graduação de Fotografia da Faculdade Armando Álvares Penteado em SP, em um curso de fotografia realizado no MAM de São Paulo e, mais recentemente, no Festival Internacional de Fotografia de Montevideo.
Já há algum tempo que o pesquisador não volta à Lapinha da Serra, um vilarejo bem isolado, no meio da Serra do Cipó. No mês que vem, porém, ele regressará à vila. “Em função desta distância e de minha agenda que tem sido um pouco corrida, não tenho tido oportunidade de manter contato com Rafael e Seu Juquinha, mas no fim de junho farei uma fala sobre a experiência em Belo Horizonte, no Palácio das Artes, dentro de uma exposição da qual farei parte, e já estou me programando para conseguir um carro e ir encontrá-los”, finaliza.
Serviço
Palestra “Imagem, realidade e fabulação”, com o fotógrafo e pesquisador Alexandre Sequeira – Nesta quinta-feira, 17/05, a partir das 19h, no Instituto de Artes do Pará, com entrada franca – Pça Justo Chermont, ao lado da Basílica de Nazaré.
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